13 de fevereiro de 2010




Confirmando suspeita, uma parte é manha/carente. A gestante busca atenção com delírios gastronômicos. Na verdade, fatores psicológicos não  pesam tanto assim, A teoria mais aceita é a falta de certos nutrientes.
Ao longo dos anos nosso organismo cria um banco de dados relacionando alimentos e seus nutrientes. Assim, o corpo aprende a pedir leite quando quer cálcio e ovos quando quer zinco. A grávida se observa mais, porque se preocupa não só com ela, mas também com outra vida. Muitas mães sofrem  anemia no último trimestre da gravidez, e isso explica um desejo comum: carne malpassada. O organismo pensa em bife sangrando como solução  para  falta de ferro. Como se não bastasse, as grávidas ainda têm o apetite alterado por hormônios. Substâncias como o HCG (gonadotrofina coriônica humana) e a progesterona, que regulam as funções da gravidez, alteram a composição da saliva, fazendo as comidas ter outro gosto. Isso serviria de explicação para que comidas favoritas passem a ser rejeitadas, e vice-versa, além de favorecer combinações que paladares não grávidos acham ousados.
Fonte: Supernovas-dezembro/2009)
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