28 de agosto de 2010



Um corpo sem inteligência não ama. Um corpo sem saúde não desfruta do amor. Um gênio sem amor não tem saúde espiritual. Diante disso tudo, devemos a cada instante procurar a companhia das três virtudes, mesmo que alcancemos uma a uma.
Maravilhoso fim de semana,sob as bênçãos de Deus!
Até...
presente de Liah

26 de agosto de 2010

MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS - CLARISSA PINKOLA ESTÉS, DA EDITORA ROCCO


Gina, estou lendo um livro ótimo, está me ajudando muito, passe para outras mulheres o nome, garanto que elas vão gostar.O nome do livro é: " MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS "a autora é: CLARISSA PINKOLA ESTÉS, DA EDITORA ROCCO. Você sabe como fazer, é muito boa a leitura, quem sabe poderá ajudar outras pessoas, não é? beijos saudosos!!!


Presente  da minha irmã Vânia Lúcia.

23 de agosto de 2010

Parábola do Rato.


Certo dia, um homem entrou numa loja de antigüidades e se deparou com uma belíssima estátua de um rato.
Bestificado com a beleza da obra de arte, ele correu ao balcão e perguntou o preço ao vendedor:
- Quanto custa?
- A peça custa R$ 50 e a história do rato custa R$ 1.000.
- O quê? Você ficou maluco? Vou levar só a obra de arte.

Feliz e contente o homem saiu da loja com sua estátua debaixo do braço.
À medida que ia andando, percebeu mortificado que inúmeros ratos saíam das lixeiras e bocas de lobo na rua e passaram a segui-lo.

Correndo desesperado, o homem foi até o cais do porto e atirou a peça com toda a sua força para o meio do oceano.
Incrédulo, viu toda aquela horda de ratazanas se jogarem atrás e morrerem afogadas.
Ainda sem forças, o homem voltou para o antiquário e o vendedor disse:
- Veio comprar a história, não é?
- Não, eu quero saber se você tem uma estátua da Dilma.

 ISSO É UMA CORRENTE. SE VOCÊ NÃO REPASSAR A DILMA SERÁ ELEITA NO 1º TURNO...!!!
presente do Ildeu

22 de agosto de 2010

Homem X cabelos

 Mulher trata o homem igual ao cabelo.
Tem dia que ela prende, no outro dia ela solta.
Tem dia que ela alisa, no outro dia ela enrola.
Tem dia que ela amacia, no outro dia ela dá um corte.
Tem dia que ela joga para o lado, no outro dia faz brilho e luzes.
Bjs doces!
V.L

MULHERES SÃO ASSIM


 MULHERES SÃO ASSIM

Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.

Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam "não" como resposta quando
acreditam que existe melhor solução.

Elas andam sem novos sapatos para
suas crianças poder tê-los.
Elas vão ao médico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.

Elas choram quando suas crianças adoecem
e se alegram quando suas crianças ganham prêmios.
Elas ficam contentes quando ouvem sobre
um aniversário ou um novo casamento.

(Pablo Neruda)

20 de agosto de 2010

Brinde comigo, o sucesso é nosso!! 24,000 acessos

Timtim -  É com enorme carinho que quero deixar aqui o meu agradecimento muito especial a todos os amigos, amigas e visitantes deste meu/vosso blog que graças a voces comemora 24,000 mil acessos. Muito, muito obrigada, de coração, por me ajudarem a chegar até aqui. Obrigada pela amizade, pelos comentários e sugestões, por alguns me considerarem a " MULHER CORAGEM", por tudo que venho aprendendo e pelos momentos de prazer que vivo com cada visita e com cada seguidor. Aqui conheci pessoas maravilhosas e por isso sinto que aqui criei raízes e desejo continuar. 
Beijos doces no coração e na alma de cada um de voces.
Virgínia Lupinni.

17 de agosto de 2010

PERGUNTA DEMOLIDORA


O homem está sentado no avião, ao lado de uma menininha. O cara olha a criança e lhe diz: 
- Vamos conversar? Tenho certeza que a viagem parecerá mais rápida. O que você acha? 
A menina, que acabara de abrir um livro para ler, o fecha lentamente e responde com voz suave:
- Sobre o que gostaria de conversar?
 
- Bom, não sei... - disse o homem. - Que tal física nuclear? - e mostra um grande sorriso. 
- Bom.- diz a pequena - Esse parece ser um tema interessante. Mas, antes, gostaria de lhe fazer uma pergunta: o cavalo, a vaca e a ovelha comem a mesma coisa: capim, não é mesmo? Porém, o excremento da ovelha é um monte de pequenas bolinhas, o da vaca é uma pasta e o do cavalo é um monte de pelotas secas. Por que o senhor acha que isto acontece?

O cara, visivelmente surpreso com a inteligência da menina, pensa durante uns momentos e responde:


- Hmmm, não faço a menor idéia.


E então, a menininha diz:
- Sinceramente, o senhor se sente qualificado para discutir física nuclear se não entende de bosta nenhuma?
KKKKKKKKKKKKKKKK
Presente da minha sobrinha Rizza em 17/08/2010

8 de agosto de 2010

Aos pais com carinho

 Ser pai é mais do que somente cumprir um papel dentro da família e da sociedade.
Ser pai é acima de tudo ser o amigo de todas as horas... é estar sempre próximo, acessível, buscando sempre estar presente na vida do filho.
Ser pai é uma missão divina, que coloca o ser humano próximo de seu criador, pois assim como o Ser Supremo que nos guia, o pai deve ser o farol dentro da vida de seus filhos, encaminhando-os no difícil trilhar dessa existência.
Ser pai é aceitar as responsabilidades que ultrapassem o limite de suas forças, mas mesmo arquejado pelo peso que o sufoca se ergue empedernido e supera, sempre lutando e alcança a vitória.
Ser pai é além de educar estar constantemente ao lado de seus filhos, abdicando muitas vezes de responsabilidades para desfrutar um jogo de bola, brincar de carrinhos, empinar pipas, andar de mãos dadas...
Ser pai é vencer o cansaço de um dia de trabalho e com o coração em festa sentar com o filho para ver um desenho animado, uma prosinha maneira, ouví-lo falar de seus aprendizados de vida. 
Ah... O tempo passa os primeiros passinhos transformam-se em largas passadas e o garoto que um dia era um pirralho hoje lhe ultrapassa a altura.
Sim a missão é pesada e difícil, mas a recompensa virá no êxito do filho amado, no despertar e ver o homem que você criou.
Abraços afetuosos,
V.L.

7 de agosto de 2010

INAF - INDICADOR DE ANALFABETISMOS FUNCIONAL

APENAS 25% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA ADULTA É PLENAMENTE ALFABETIZADA. O DADO É DO INAF-INDICADOR DE ANALFABETISMOS FUNCIONAL

ORAÇÃO DE MÃE

"A ORAÇÃO DE MÃE ARREBENTA AS PORTAS DO CÉU"    
 -Virgínia Lupinni -

































Sexualidade liberada

 

Presença de namorados de filhos em casa faz adultos questionarem a própria sexualidade
De repente, amanhece e sua linda filha de 20 anos está com o namorado em casa, sem pedir licença. Ele, uma figura desconhecida, estranha, rebelde e, talvez, um piercing que, como a cena típica de cinema ou de comercial de margarina, surpreende a todos em um assalto à geladeira. Logo, além do rapaz, invade sua vida um turbilhão de pensamentos. "Na minha época, não era assim", pensam todos os pais. E quem, sem querer, acaba por assistir a cenas na cozinha, começa a se questionar sobre sua própria vida amorosa e sexual.
Abrir a própria casa para o desabrochar da sexualidade dos filhos não funciona apenas como um início de reflexão sobre a responsabilidade e a educação deles, que muitas vezes habitam a casa dos pais como se fossem os únicos moradores do local. Mais do que invasão de privacidade, os namorados dos filhos também provocam reflexão sobre as experiências sexuais passadas e futuras dos pais, estejam estes juntos ou divorciados. Afinal, mesmo os casais mais bem resolvidos não viveram a juventude em uma época de unânima liberdade sexual.

Foi por conta da tão complicada a relação entre pais e namorados dos filhos que a jornalista e mãe de duas ex-adolescentes, Lucia Rito, escreveu "Como Lidar com os Namorados dos Filhos", da Editora Record. No livro, ela explica algumas das reações mais íntimas deles ao se depararem com a libido explosiva dos filhos dentro de casa. "Eles se sentem compelidos a modificar seu comportamento e a forma de lidar com a própria sexualidade. Alguns resolvem cuidar do visual, fazem uma lipo, sucumbem à depressão, ou simplesmente desabafam mais com os amigos. Outros, quem sabe, até se abrem para uma nova paixão?", resume.

Lucia é uma das que lamenta não ter tido a mesma sorte dos filhos. "Tinha horário para voltar para casa e só podia namorar acompanhada de minhas irmãs. Em compensação, permito a elas o que gostaria de ter tido", argumenta. Ela confessa que sofreu com a idéia de ter vivido menos liberdade, mas, hoje, aos 53 anos, se sente muito mais plena do que a geração de seus pais com a mesma idade. "Os avós de hoje, aos cinqüenta e poucos, já eram senhores recatados", acrescenta.

Por outro lado, a psicanalista e professora da USP, Maria Alves de Toledo Bruns, teme essa cobrança por uma "sexualidade bem resolvida", feita pela mídia e pela sociedade, e que se torna ainda mais explícita quando os filhos começam a trazer os namorados para casa. Em reação a essa exigência, tanto filhos quanto os pais parecem precisar se mostrar ativos sexualmente. O que pode levar até mesmo uma competição e, em excesso, a uma baixa autoestima dos que já não exibem o mesmo pique dos jovens.

É claro que não são só os pais que sofrem com as transformações e que precisam reforçar a auto-estima, as amizades e o companheirismo do parceiro. Os filhos, muitas vezes, carecem de maturidade para assumir as conseqüências das novas experiências. "Em muitos adolescentes, há uma disparidade entre o corpo desenvolvido e o pensamento ainda pouco amadurecido sobre a sexualidade", explica Maria Alves. Os filhos precisam dos pais para dialogar, negociar um lugar para namorar, para esclarecer dúvidas sobre iniciação sexual e sobre especialistas que possam informá-los melhor sobre sua sexualidade. E para que os pais consigam se mostrar disponíveis e abertos para o diálogo com os filhos, é preciso encarar as reações em si mesmo trazidas junto com as "novidades". 
 
Fonte: site MAISDE50 
 Por Simone Muniz

Dicionário amoroso


Estudo aponta os termos essenciais que determinam o grau de satisfação dos casais
O que determina a felicidade e a longevidade de uma relação amorosa? Em uma recente pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia, especialistas concluíram que a diferença é uma questão de gramática. O uso dos pronomes pessoais e possessivos não é nada relativo e pode determinar, segundo os psicólogos americanos, o quanto um casal é feliz ou não. Para psicóloga brasileira, no dicionário amoroso, não vale dizer "a cama é minha". Sem perder a individualidade, casais em sintonia não abrem mão do "nosso".
Publicada no jornal científico Psychology and Aging, a pesquisa analisou 154 casais de meia idade e em idade mais avançada. Durante o estudo, os participantes passaram 15 minutos debatendo pontos de discordância entre eles. Ao analisarem os debates, levando em consideração o comportamento emocional e os pronomes utilizados, os psicólogos chegaram à conclusão de que casais que utilizavam o pronome “nós” tinham emoções positivas, estavam mais calmos e satisfeitos com seus casamentos.
Para a psicóloga e membro do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro (CPR-RJ) Noeli Godoy, casais que pensam em conjunto têm mais facilidade de chegar a um consenso. “Ninguém é igual a ninguém. Todo casal tem suas diferenças, mas quando conseguem ouvir e entender o outro, com certeza serão mais felizes. Dessa maneira, fica mais fácil resolver os problemas, pois uma pessoa sozinha não consegue atender o desejo dos dois. Quando um tenta ser o dono da verdade, fica medindo forças com o outro, acaba que ninguém sai ganhando, pelo contrário”, diz ela.
Fonte: Site Maisde50/ 
Por Maria Fernanda Schardong
       


 


2 de agosto de 2010

Benefícios da Gelatina (Colágeno)


A gelatina é composta praticamente de aminoácidos (proteínas), que ajudam na síntese e na renovação do colágeno. Dos indispensáveis para o organismo, dez precisam ser adquiridos através da alimentação porque o nosso metabolismo não consegue sintetizá-los. Para ter uma idéia da importância da gelatina, ela possui nove tipos deles, faltando apenas o triptofano (precursor da serotonina), o neurotransmissor que nos deixa feliz.

Bjs doces!
V.L.

30 de julho de 2010

A visão de cada um



Dois homens, muito enfermos, ocupavam uma mesma enfermaria em um grande hospital.
Sua única comunicação com o mundo de fora era uma janela. Um deles tinha a sua cama perto da janela e, todos os dias, tinha permissão para se sentar em sua cama, por algumas horas. Tudo como parte do tratamento dos pulmões.
O outro, cuja cama ficava no lado oposto do pequeno cômodo ficava o dia todo deitado de barriga para cima.
Todas as tardes, quando o homem cuja cama ficava perto da janela era colocado sentado, ele passava a descrever para o companheiro de quarto o que havia lá fora.
Falava do grande parque, cheio de grama verde, de árvores frondosas e flores mais além, em canteiros bem cuidados. Descrevia o lago, onde havia patos e cisnes. Falava das crianças que jogavam migalhas de pão para as aves, e dos barcos de brinquedo que coloriam as tardes de verão.
Falava dos casais de namorados que passeavam de mãos dadas entre as árvores, dos jogos de bola muito disputados entre a criançada.
Dizia que bem além da linha das árvores, ele podia ver um pouco da cidade, o contorno dos altos prédios contra o azul do céu.
O homem deitado somente escutava e escutava. Houve um dia em que ouviu, preocupado, o caso de uma criança que quase caiu no lago, sendo salva a tempo por sua mãe.
Num outro dia, a descrição minuciosa foi a respeito dos lindos vestidos das moças que saudavam a primavera em flor.
O homem deitado quase podia ver o que o outro descrevia, tantos eram os detalhes e a emoção do companheiro sentado. E, aos poucos, foi se tomando de inveja.
Por que somente o outro, que ficava perto da janela, podia ter aquele prazer? Por que ele também não podia ter aquela mesma oportunidade?
Enquanto assim pensava, mais se envergonhava e, no entanto, não conseguia evitar que tais pensamentos o atormentassem.
Certa noite, enquanto estava ali olhando para o teto, como sempre, percebeu que o outro começou a passar mal. Acordou tossindo, parecendo sufocar.
Com desespero, o botão de emergência foi acionado. As enfermeiras correram. O médico veio. Nova aparelhagem respiratória foi providenciada, mas tudo em vão. O homem morreu.
Pela manhã, seu corpo sem vida foi retirado dali. Então, o homem que permanecia sempre deitado, pediu para que o colocassem na cama do outro, próximo da janela.
Logo que assim foi feito e a enfermeira saiu do quarto, ele fez um grande esforço, apoiou-se sobre o cotovelo, na tentativa de se erguer no leito.
A dor era intensa mas ele insistiu. Com muita dificuldade, ele olhou pela janela e viu... apenas um enorme, alto e feio muro de pedras nuas.
*   *   *

 A vida tem o colorido que a pessoa lhe dá. A paisagem se torna cinzenta ou plena de luz de acordo com as lentes de que se serve a pessoa para olhá-la.
Sofrer a enfermidade e se fechar na dor ou enfeitar de vivas cores o quadro que vive, é opção individual.
Há os que sofrem pouco e se desesperam, aumentando sua carga de dissabores, com as lentes escuras e sombrias de que se servem para contemplar tudo e todos.
Há os que sofrem muito e se dizem tranquilos, padecendo serenos.


Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria desconhecida.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 1, ed. Fep.
Em 19.07.2010.

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